Estou entrando em uma viagem sem volta. Eu e ela, deitados. Sobre nós, outro corpo – nos usa, abraça, nos beija e chuta para fora. Usa para amar, e para chorar. Somos seus conselheiros, donos de seus desenganos. Somos seus pares. Juntos ou separados. Mas, sem a nossa presença, ele não sobrevive… Não que o amemos. Mas somos servientes.
Companheiro de Quarto
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