Quinze minutos eu tive. De alegria, de esperança. São só quinze minutos sim. Mas são quinze. Não foi um. Foram quinze eternos minutos. Daqueles que se lembra por inúmeros minutos. São quinze minutos que ficam na cabeça segundo a segundo, por quinze dias. Quinze minutos que eternizam cada sorriso trocado, cada olho baixo por quinze semanas. Aqueles olhares baixos, envergonhados, aqueles que se dá para a menina do outro lado da rua, ainda com o rosto em cores de morango. Olhares de carinho, de afeição. Olhares de ternura e de respeito. Por quinze minutos, em quinze inúmeros sorrisos e caixa d’água. E o quinto dos quinze em abraços fortes, amáveis, verdadeiros. Daqueles que nem quinze anos nos fazem esquecer.
Nem em quinze dias ousarei reprisar isso em meu pensamento. Meu sorriso, assim como hoje, ainda me indiciaria.
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