Girando e gritando, pus-me a correr ao seu lado. Um primeiro dia, um ano após. Um primeiro segundo dia, e lá estávamos nós discutindo a poesia da esquina, reclamando dos odores e das relações superficiais. Rouba-se um beijo. Apertasse o desejo. E, girando e gritando, pus-me a correr ao seu lado.
Vão se passando os dias em cirandas e sorrisos. A primeira semana, a seguinte. O primeiro abril, com seu oitavo dia matinal, de um sábado comum, sorridente e nada evasivo. E lá estava eu, correndo ao seu lado, e, enquanto girávamos, gritamos.
Por esses dias, me vi novamente. Até agora, meu objetivo é ser invisível. E eu estou sendo bom nisso.
Deixe um comentário