Deixa de brigar por poucas coisas. Risadas, sorrisos e olhares não passam de inveja. Eles vão ficar seguindo, procurando erros e defeitos onde não conseguem ver. Isso os motiva a te sugar com os olhos. E mesmo assim pouco conseguem. És mais forte que isso.
Segue lento, lento. Devagar e sem pressa. Afinal, pra que pressionar a realidade? Escutar os lamentos dos outros é besteira. Assim como levar em consideração os comentários mais profundos. Analisemos o contexto, e neles nos contextualizemos. Assim, repetidamente: “eu vou no ritmo da vida. Eu vou no ritmo da vida. Eu vou no ritmo que a vida me levar¹”
Afinal de contas, sempre no final a gente acaba por sair cantarolando na janela do carro: “Ela vai mudar / Vai gostar de coisas que ele nunca imaginou / Vai ficar feliz de ver que ele também mudou / Pelo jeito não descarta uma nova paixão / Mas espera que ele ligue a qualquer hora / Para conversar / Perguntar se é tarde pra ligar / Dizer que pensou nela / Estava com saudade / Mesmo sem ter esquecido que / É sempre amor, mesmo que acabe / Com ela aonde quer que esteja / É sempre amor, mesmo que mude / É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que passou / Ele vai mudar / Escolher um jeito novo de dizer ¿alô¿ / Vai ter medo de que um dia ela vá mudar / Que aprenda a esquecer sua velha paixão / Mas evita ir até o telefone / Para conversar / Pois é muito tarde pra ligar / Tem pensado nela / Estava com saudade / Mesmo sem ter esquecido que / É sempre amor, mesmo que acabe / Com ele aonde quer que esteja / É sempre amor, mesmo que mude / É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que passou. ²”
¹ Wander Wildner – No Ritmo da Vida
² Bidê ou Balde – Mesmo que Mude
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