Cortei minha alma ao meio e lancei parte dela em teus braços. Quando percebi, já não havia mais volta, e eu a tinha perdido. Meia alma a menos.
Lancei-me em um copo e parti meu fígado em partes. Quando me recuperei, percebi que ele havia se regenerado.
Hoje, quando você me liga pedindo desculpas, falo de coração aberto que está tudo bem. Mas prefiro me dedicar a algo que possa se regenerar depois.
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